Sobre este blog:

Isto é uma nesga de liberdade. Campo de batalha, monólogo no palco escuro da noite. Espelho no qual reflito, pro qual sorrio, no qual cuspo, janela através da qual esbravejo ao mundo. Um eco, depósito de fragmentos de desejos, transcrição de alguns trajetos e momentos no tempo. Violino no qual guilhotino as minhas dores, de toda a Humanidade... Espécie de intimidade pública, de arestas aparadas. Movimento multitudinário de resíduos cerebrais, virtuais, multicolores nas ruas deste plano de signos... Ao qual só tenho acesso com um cabo de internet.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

O importante...


É que eu já to de férias.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Querer [de verdade?]

Eu quero levar as coisas de uma forma sincera. Eu quero que essas coisas façam sentido... Eu quero ter um poder de escolha, que parece que não tenho. E quando vou criando coragem e fazendo algum esforço pra que as coisas sejam assim, chego à conclusão de que ando querendo demais [não sei se chego sozinho a tal conclusão ou se conseguiram, mesmo que não por muito tempo, martelar fundo essa idéia na minha cabeça]...

Aí então, tudo se fode. E se repete depois. Eu também quero sair desse ciclo, saca? Não vou a lugar algum assim. Só volto pro ponto de partida. Pro ponto zero. Pro maldito ponto zero... Que é exatamente onde eu não passo de um zero também. Entende?

Eu quero ser alguém na vida. Mas dentro da minha perspectiva do que é ser alguém. Eu levo as coisas a sério... Claro que sim. Tá certo que vivo tropeçando numas tolices, mas, cara, é exatamente por levar a vida tão a sério que isso acontece. Óbvio, lógico, claro, não, não é. Mas é isso mesmo. Sério. É uma droga achar que está sendo um disperdício de tempo, um disperdício de cérebro [isso é um exagero], eu vou morrer qualquer dia desses e aí...?! Acabou?! Passou!? Que venha o próximo?!

Eu quero alcançar o Nirvana ainda na Terra.

E não to falando da banda... [eu acho]

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Razões de Alguém

[Tão importantes pra mim. Não existem pros outros.]

Eu queria ter esses bons motivos,

já que os que tenho são tão pouco.


Eu não aceito... mal me suporto. Se pudesse ser um outro alguém,

talvez o fosse[, só mais um ninguém - o que não gosto].


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segunda-feira, 29 de outubro de 2007


de Beksinski
[interessante que ele não nomeava suas obras]
Ah, eu não sei dizer.
Ou melhor, não se pode dizer.
Não dá pra expressar sensações.

Solitário com o mundo nos ombros. Todos somos.
Não peço mais coragem, peço apenas alguma força...

Há uma solidão insolucionável... em cada um de nós.