Sobre este blog:

Isto é uma nesga de liberdade. Campo de batalha, monólogo no palco escuro da noite. Espelho no qual reflito, pro qual sorrio, no qual cuspo, janela através da qual esbravejo ao mundo. Um eco, depósito de fragmentos de desejos, transcrição de alguns trajetos e momentos no tempo. Violino no qual guilhotino as minhas dores, de toda a Humanidade... Espécie de intimidade pública, de arestas aparadas. Movimento multitudinário de resíduos cerebrais, virtuais, multicolores nas ruas deste plano de signos... Ao qual só tenho acesso com um cabo de internet.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

[continuando...]

(...)

Mas é uma coisa engraçada também, porque eu mesmo desaprovo esse tipo de pensamento [isso de entender-se superior. Essa mania de apontar nos outros aquilo que não presta e o que em nós é exemplo... Gastar tempo ressaltando o que se considera ruim não é algo exemplar. Melhorar ou consertar são coisas muito mais admiráveis que essa mania besta]. Não dá pra sobreviver um momento de "se achismo" sem auto questionamento. E creio que isso seja bom. Admiro demais a humildade pra me querer longe dela e são nesses momentos, nos quais olho pras coisas ao meu redor com os olhos de outra pessoa, que encontro a possibilidade de me reprovar ou não e assim poder continuar andando na linha.

E, se não fosse isso, o que me faria diferente do resto?
[opa, acho que aconteceu outra vez...]

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