Sobre este blog:

Isto é uma nesga de liberdade. Campo de batalha, monólogo no palco escuro da noite. Espelho no qual reflito, pro qual sorrio, no qual cuspo, janela através da qual esbravejo ao mundo. Um eco, depósito de fragmentos de desejos, transcrição de alguns trajetos e momentos no tempo. Violino no qual guilhotino as minhas dores, de toda a Humanidade... Espécie de intimidade pública, de arestas aparadas. Movimento multitudinário de resíduos cerebrais, virtuais, multicolores nas ruas deste plano de signos... Ao qual só tenho acesso com um cabo de internet.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Hoje,

Justo como ontem:

É frustante sentar pra escrever e sentir que não há o que dizer. [vazio] Ou melhor, perceber que tornou-se um bobo repeteco abrir a boca pra falar de si, de sua vida e... [cansado] Isso é sinal de quê? [perdido] Não ver o movimento, se dar conta e... [estupidez] Que disperdício. Quanto disperdício... [niilismo] Dessas palavras. [utilitarismo] Perda de tempo com pensamentos. [materialismo] Desfocado. ["foco, foco, foco..."] Eu falaria de...? [egoísmo] Eu viveria de...? [blá]

Todo dia. O dia todo. Eu morro.
E todo profano dia eu acordo pra morrer de novo.

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