Que não vai embora.
Que some uma hora,
mas que n'outra volta.
O fato de eu me limitar a mim me faz perder total interesse por tudo, as vezes. De quando em quando, a ocasião evidencia que: eu não encontro ninguém que me agrade por simplesmente ser quem é. Eu sei que não vou achar os meus desejos alojados em ninguém, nem quero. Mas todo mundo me enoja um pouco, me provoca vergonha, me dá pena, me entedia e desinteressa por dentro, seja este quem for...
É um enorme lago sem profundidade. Rasa imensidão...
Nenhum pote humano contendo alma digna pra afogar-se.
Gente tem muita... Mas... Sabe, gente de verdade?
E ser feliz é tão importante, coração.
Sobre este blog:
Isto é uma nesga de liberdade. Campo de batalha, monólogo no palco escuro da noite. Espelho no qual reflito, pro qual sorrio, no qual cuspo, janela através da qual esbravejo ao mundo. Um eco, depósito de fragmentos de desejos, transcrição de alguns trajetos e momentos no tempo. Violino no qual guilhotino as minhas dores, de toda a Humanidade... Espécie de intimidade pública, de arestas aparadas. Movimento multitudinário de resíduos cerebrais, virtuais, multicolores nas ruas deste plano de signos... Ao qual só tenho acesso com um cabo de internet.
Um comentário:
Gente de verdade... Às vezes tenho preguiça de todo mundo, só às vezes.
Obrigada pela força.
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