De Eduardo Rodrigues, militante do PSOL
O momento é de agravamento da crise social, a pandemia já causou 500 mortes por covid19 em apenas 24 horas e ultrapassou o número total de vítimas da China. Ainda assim, o governo Bolsonaro-Mourão segue a sua linha de não garantir as testagens em massa, continua com o plano de suspensão total do distanciamento social, continua priorizando os negócios e a entrega de dinheiro público aos capitalistas e sistema financeiro, ao mesmo tempo que dá continuidade aos seus planos de aprovação das medidas draconianas contra os direitos dos trabalhadores brasileiros.
A investida sobre a direção da Polícia Federal demonstra que Bolsonaro quer aumentar seu poder pessoal e autoritário sobre a sociedade brasileira. Em paralelo ao projeto autoritário, debocha e faz pouco caso da dor das famílias que enfrentam a tristeza de ver seus entes queridos morrendo sem a devida atenção dos altos poderes na República da Desigualdade. Os próximos dias serão de maior crise político-institucional e mal-estar com o crescimento da curva de contágios do coronavírus.
De fato, a crise terminal da Nova República se acelera e a questão principal colocada em sentido histórico é que a luta pela dignidade e vida do nosso povo trabalhador passa por derrotar o estado de coisas engendrado pelo sistema capitalista em todas as áreas de necessidade da população e dimensões da vida. Essa decadência sistêmica, escancarada agora pela pandemia deve ser aproveitada para unificar a esquerda socialista na construção do projeto revolucionário de massas urgente para impor sobre o capital o poder do trabalho. Um projeto frontalmente contrário ao projeto de Bolsonaro, que lidera a "contrarrevolução preventiva" e organiza-se para consolidar uma base fiel e militante de neonazistas.
Para salvar vidas, invertendo totalmente a lógica atual é preciso um novo radicalismo de esquerda, pela igualdade substantiva que o Brasil nunca experimentou e contra todo esse autoritarismo que nossa história sempre viveu. É o principal objetivo nesse momento em que todo o sistema mundial demonstra sua insuficiência para nossa classe e, na realidade, aprenderá uma feroz disposição de nos sacrificar em nome do lucro.
De fato, a crise terminal da Nova República se acelera e a questão principal colocada em sentido histórico é que a luta pela dignidade e vida do nosso povo trabalhador passa por derrotar o estado de coisas engendrado pelo sistema capitalista em todas as áreas de necessidade da população e dimensões da vida. Essa decadência sistêmica, escancarada agora pela pandemia deve ser aproveitada para unificar a esquerda socialista na construção do projeto revolucionário de massas urgente para impor sobre o capital o poder do trabalho. Um projeto frontalmente contrário ao projeto de Bolsonaro, que lidera a "contrarrevolução preventiva" e organiza-se para consolidar uma base fiel e militante de neonazistas.
Para salvar vidas, invertendo totalmente a lógica atual é preciso um novo radicalismo de esquerda, pela igualdade substantiva que o Brasil nunca experimentou e contra todo esse autoritarismo que nossa história sempre viveu. É o principal objetivo nesse momento em que todo o sistema mundial demonstra sua insuficiência para nossa classe e, na realidade, aprenderá uma feroz disposição de nos sacrificar em nome do lucro.
Para que possamos defender a vida dos trabalhadores é inevitável enfrentar toda a política do atual governo, pois sem que se derrote Bolsonaro e Mourão será impossível reverter a sua agenda antipopular e genocida. Por isso, o PSOL - junto à esquerda socialista composta pelos camaradas do PCB e do PSTU - deve fortalecer o movimento pelo Fora Bolsonaro e Fora Mourão, a única linha política que tem a devida independência diante de todo governo burguês ultraliberal que está no poder. Essa política é diferente das linhas que as esquerdas e direitas capitalistas estão aplicando agora, para aclamar Mourão e acalmar os ânimos da indignação popular. Devemos chamar o 1° de Maio classista, popular, dos trabalhadores e do povo pobre, para exigir a queda do governo e dessa agenda de morte contra brasileiras e brasileiros. Sem nenhuma confiança nos governos, uma vez que os nossos maiores inimigos estão poder.
Não bastará a política pelo "Fora Bolsonaro" que tanto a direita como a esquerda estão agora agitando face a profunda crise. Eles estão, na realidade, propondo uma "manobra Temer" para normalizar um regime totalmente inormalizável. É preciso dar um baque forte e impor uma derrota a toda burguesia brasileira e o seu governo agora. Isso se dará pelo convencimento massivo das pessoas, seja com os panelaços, protestos e campanhas de todo tipo contra os planos em curso do governo.
Não bastará a política pelo "Fora Bolsonaro" que tanto a direita como a esquerda estão agora agitando face a profunda crise. Eles estão, na realidade, propondo uma "manobra Temer" para normalizar um regime totalmente inormalizável. É preciso dar um baque forte e impor uma derrota a toda burguesia brasileira e o seu governo agora. Isso se dará pelo convencimento massivo das pessoas, seja com os panelaços, protestos e campanhas de todo tipo contra os planos em curso do governo.
Fora Bolsonaro e Mourão!
A vida tem que estar acima do lucro!

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